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[O trabalho de [pesquisadores [1]] de [a USP [2]] [0]] está revelando [uma série de [novas espécies [4]] de [um tipo [4]] todo especial de [fungo [6]] [3]] : [pequenos cogumelos [7]] que emitem [uma misteriosa luminosidade verde [9]] em [o escuro [10]] . As criaturas , antes desconhecidas em [o Brasil [12]] , podem ajudar a elucidar [o mecanismo bioquímico [13]] que leva a [a produção [0]] de [luz [9]] em [fungos [7]] . Além_disso isso , com um pouco mais de [estudo [17]] , poderiam servir como [sensores vivos de [poluição [19]] ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia [18]] . Segundo [Cassius_Vinicius_Stevani [23]] , [químico [24]] de [a USP [2]] que coordena [os estudos [17]] , é possível [que [17]] o material recolhido abranja por o menos_dez [espécies novas [4]] . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de [o fungo [6]] , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a [Gerronema viridilucens [32]] , e seis já estão em fase de [descrição [34]] , contou [Stevani [23]] a a Folha . Mistério antigo . Em [fungos [7]] , a bioluminescência trocando em [miúdos [38]] , [a luminosidade [9]] produzida por [seres vivos [39]] é [um fenômeno [39]] conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego [Aristóteles [42]] ( [século a.C. [42]] ) . [Os cientistas [44]] , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que [Stevani [23]] e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de [o tipo [4]] em [o Brasil [12]] . É provável [que [12]] nenhum pesquisador tivesse identificado [espécies [4]] em [o Brasil [12]] porque é preciso procurá -los a [a noite [10]] . Além_do o mais , [a luz [9]] é muito fraca , até sob o luar , explica [o químico [24]] . Com [base [54]] em [relatos [34]] de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a [os cogumelos [7]] em [dois locais [54]] : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e [uma área [54]] de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e [descrição [34]] está sendo feita com [a ajuda [54]] de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de [a Universidade_Estadual_de_San_Francisco [75]] ( [Estados_Unidos [75]] ) . A emissão de [luz [9]] é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de [o fungo [6]] , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem [luz , [9]] que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de [a casca [38]] de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de [matéria vegetal [92]] em decomposição . Apesar_da [a rapidez [92]] de [o processo [92]] , [os pesquisadores [1]] descobriram como cultivar [o G. [32]] viridilucens em [laboratório [0]] e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de [sensor [18]] de [poluição [19]] . É que [a luz [9]] parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre [o fungo [6]] . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com [fungos [7]] , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica [Stevani [23]] . Como [os fungos [7]] ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com [informações [1]] mais detalhadas sobre [o mecanismo [13]] de a luminescência , [uma série [3]] de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram [luz [9]] e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando [um pesquisador [44]] quer saber se determinado [gene [123]] está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a [a GFP [127]] ( [proteína fluorescente verde [127]] ) . Se [o gene [123]] for ativado , [a proteína [127]] acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que [os estudos [17]] ainda estão em [o começo [54]] .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem [uma misteriosa luminosidade verde [9]] em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de [luz [9]] em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , [a luminosidade [9]] produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , [a luz [9]] é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de [luz [9]] é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem [luz , [9]] que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que [a luz [9]] parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram [luz [9]] e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : [pequenos cogumelos [7]] que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em [fungos [7]] . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em [fungos [7]] , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a [os cogumelos [7]] em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com [fungos [7]] , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como [os fungos [7]] ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de [novas espécies [4]] de [um tipo [4]] todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez [espécies novas [4]] . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de [o tipo [4]] em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado [espécies [4]] em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com [base [54]] em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em [dois locais [54]] : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e [uma área [54]] de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com [a ajuda [54]] de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em [o começo [54]] .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de [fungo [6]] : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de [o fungo [6]] , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de [o fungo [6]] , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre [o fungo [6]] . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em [o Brasil [12]] , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em [o Brasil [12]] . É provável [que [12]] nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em [o Brasil [12]] porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de [estudo [17]] , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena [os estudos [17]] , é possível [que [17]] o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que [os estudos [17]] ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo [Cassius_Vinicius_Stevani [23]] , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou [Stevani [23]] a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que [Stevani [23]] e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica [Stevani [23]] . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
[O trabalho de pesquisadores de a USP [0]] está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a [a produção [0]] de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em [laboratório [0]] e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de [pesquisadores [1]] de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , [os pesquisadores [1]] descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com [informações [1]] mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de [descrição [34]] , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em [relatos [34]] de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e [descrição [34]] está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de [matéria vegetal [92]] em decomposição . Apesar_da [a rapidez [92]] de [o processo [92]] , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a [a GFP [127]] ( [proteína fluorescente verde [127]] ) . Se o gene for ativado , [a proteína [127]] acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de [a USP [2]] está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de [a USP [2]] que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando [uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo [3]] : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , [uma série [3]] de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em [o escuro [10]] . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a [a noite [10]] . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar [o mecanismo bioquímico [13]] que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre [o mecanismo [13]] de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como [sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia [18]] . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de [sensor [18]] de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de [poluição [19]] ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de [poluição [19]] . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , [químico [24]] de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica [o químico [24]] . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a [Gerronema viridilucens [32]] , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar [o G. [32]] viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em [miúdos [38]] , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de [a casca [38]] de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por [seres vivos [39]] é [um fenômeno [39]] conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego [Aristóteles [42]] ( [século a.C. [42]] ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . [Os cientistas [44]] , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando [um pesquisador [44]] quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de [a Universidade_Estadual_de_San_Francisco [75]] ( [Estados_Unidos [75]] ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado gene está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se o gene for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .
O trabalho de pesquisadores de a USP está revelando uma série de novas espécies de um tipo todo especial de fungo : pequenos cogumelos que emitem uma misteriosa luminosidade verde em o escuro . As criaturas , antes desconhecidas em o Brasil , podem ajudar a elucidar o mecanismo bioquímico que leva a a produção de luz em fungos . Além_disso isso , com um pouco mais de estudo , poderiam servir como sensores vivos de poluição ou mesmo fontes de moléculas úteis para a biotecnologia . Segundo Cassius_Vinicius_Stevani , químico de a USP que coordena os estudos , é possível que o material recolhido abranja por o menos_dez espécies novas . Não é pouca coisa , já que em o mundo todo se conhecem só 42 espécies de o fungo , quase todas restritas a o Sudeste_Asiático . Já temos uma descrita , a Gerronema viridilucens , e seis já estão em fase de descrição , contou Stevani a a Folha . Mistério antigo . Em fungos , a bioluminescência trocando em miúdos , a luminosidade produzida por seres vivos é um fenômeno conhecido há milênios , tendo sido descrito por o filósofo grego Aristóteles ( século 4º a.C. ) . Os cientistas , em o entanto , continuam sem saber como ela funciona . Foi em a esperança de entender o fenômeno que Stevani e seus colaboradores se puseram a procurar cogumelos de o tipo em o Brasil . É provável que nenhum pesquisador tivesse identificado espécies em o Brasil porque é preciso procurá -los a a noite . Além_do o mais , a luz é muito fraca , até sob o luar , explica o químico . Com base em relatos de moradores e muita paciência em a coleta , a equipe chegou a os cogumelos em dois locais : o Parque_Estadual_Turístico de o Alto_Ribeira , em Iporanga ( SP ) e uma área de mata ciliar em o município de Costa_Rica , Mato_Grosso_do_Sul . Outros relatos sugerem que fungos de o mesmo tipo podem ser encontrados em o Tocantins e em o Amazonas . A identificação e descrição está sendo feita com a ajuda de Marina_Capelari , de o Instituto_de_Botânica de São_Paulo , e Dennis_Desjardin , de a Universidade_Estadual_de_San_Francisco ( Estados_Unidos ) . A emissão de luz é efêmera . Os cogumelos , que em a verdade são apenas uma espécie de órgão sexual de o fungo , duram entre 24 e 48 horas . Eles é que emitem luz , que aparentemente pode vir tanto de a parte inferior de o chapéu quanto_do o cabo ou de o cogumelo inteiro . Algumas espécies surgem de a casca de árvores vivas , enquanto outras se alimentam de matéria vegetal em decomposição . Apesar_da a rapidez de o processo , os pesquisadores descobriram como cultivar o G. viridilucens em laboratório e verificaram que ele pode funcionar como uma espécie de sensor de poluição . É que a luz parece variar de acordo com a concentração de poluentes aplicados sobre o fungo . de essa forma , você teria um parâmetro rápido de medir e fácil de avaliar , a o contrário de outros biossensores com fungos , que exigem tempo maior de aplicação e tratamento estatístico mais complicado , explica Stevani . Como os fungos ajudam a reciclar nutrientes , têm um importante papel em a manutenção de a saúde de os ecossistemas outra razão para usá -los como indicadores . Finalmente , com informações mais detalhadas sobre o mecanismo de a luminescência , uma série de aplicações úteis pode surgir . É que os estudos de biologia molecular dependem muito de reações que geram luz e de proteínas fluorescentes de diversas cores . Quando um pesquisador quer saber se determinado [gene [123]] está ativo ou não , por_exemplo , gruda em ele o trecho de DNA correspondente a a GFP ( proteína fluorescente verde ) . Se [o gene [123]] for ativado , a proteína acende , dedurando-o . Como as técnicas de esse tipo têm limitações , é sempre bom contar com novas opções , avalia Stevani , com a ressalva de que os estudos ainda estão em o começo .